
Previdência: essencial e carente de adaptação
Hoje, dia 20 de março, o Sergipeprevidência faz 20 anos. Mais que uma coincidência - feliz - de datas, um momento de comemorar, refletir e pensar no futuro.
A previdência sergipana, não exatamente no modelo que conhecemos atualmente, é centenária. Iniciou há 145 anos - em 1881, com a criação do Montepio - nome originário do italiano Monte dei Pietá -, que provia benefícios de aposentadorias e pensões aos servidores da então província de Sergipe. Uma das pioneiras do Brasil.
Em 1961 o Montepio foi transformado em IPES - Instituto de Previdência do Estado de Sergipe -, englobando as áreas de saúde e previdência -, e 45 anos depois, em 2006, o IPES é dividido em IPES Saúde e SergipePrevidência.
Nestes 20 anos muita coisa aconteceu. Mudanças estruturais no padrão do emprego no setor público, crise econômica, pandemia, reforma da Previdência. Os desafios ainda persistem e certamente persistirão por muito tempo. Em 2030 o Brasil será o quinto país com mais idosos no planeta.
O que fazer? Enfrentar os desafios, como sempre. O SergipePrevidência tem investido em aprimoramento da gestão, alcançando certificações importantes como o Pró-Gestão Nível 04 do Ministério da Previdência – maior nível de certificação, e mais recentemente, a certificação internacional ISO 9001, o segundo regime de Previdência no Brasil.
Hoje cerca de 36 mil aposentados e pensionistas fazem parte do SergipePrevidência. Número que deverá chegar a mais de 40 mil em 2030.
Neste cenário é preciso entender que, para além da eficiência administrativa, é necessário mudar o paradigma tradicional sobre o olhar em relação a aposentadoria, que não deve ser enxergada como somente um fim da atividade laboral, mas uma nova fase da vida das pessoas, onde as atividades cotidianas devem continuar a existir, certamente em um ritmo diferente, mas tão produtivas e felizes como no momento antes da aposentadoria.
Aprimorar gestão, garantir a sustentabilidade financeira, proporcionar uma vida feliz e produtiva durante a aposentadoria: estes são os desafios para o futuro. Que venham os próximos 145 anos.














