
A luta pela melhoria da qualidade na alimentação brasileira é histórica e longa
O povo brasileiro está sendo envenenado. Ingere diariamente substâncias cancerígenas vindas dos agrotóxicos, tudo autorizado ou chancelado pelo Congresso Nacional.
A maioria dos parlamentares hoje passam o dia vociferando contra o Brasil real, propondo mudanças turvas. Mudar para onde? Para o pior?
A luta pela melhoria da qualidade na alimentação brasileira é histórica e longa. Antes, os agrotóxicos eram chamados de “defensivos agrícolas”.
Foram as gerações nascidas entre os anos 1950 e 1970 que ligaram o sinal de alerta. Denunciaram a farra macabra e atualizaram a linguagem, chegando à designação agrotóxicos.
Entretanto, o que estamos assistindo nesse começo de século XXI é um tenebroso retrocesso. Abriram de vez a porteira da caveirinha, tudo autorizado ou chancelado pelo Congresso Nacional.
É impressionante que a maioria dos atuais legisladores, homens e mulheres, assumam uma atitude tão danosa à saúde das pessoas e ainda queira pousar de patriotas e humanitários.
Não é preciso ir muito fundo para perceber que tudo não passa de uma defesa escandalosa de interesses econômicos: agigantar lucros, mesmo que isso implique dor e mortes.
Essa turma acredita que pode construir e viver em castelos de pureza, abastecidos pela cruel exploração das massas que já estão e ficarão ainda mais do lado de fora.
No “nosso” Brasil atual, a representação política dessa tempestade totalmente contrária aos reais interesses coletivos, amontoou-se no poder legislativo.
O caso dos agrotóxicos é a ilustração mais escandalosa dessa total inversão da política, seu uso em prol de interesses particulares e não coletivos.
Tudo autorizado ou chancelado pelas atuais maiorias no Congresso Nacional.
















