Aparte
Carlos Cauê, a máquina de ganhar eleições, faz análise geral do último pleito  

Carlos Cauê: “Quarenta anos de Aracaju já são suficientes para eu saber quem eu sou e onde, verdadeiramente, é o meu lugar”  

Carlos Cauê. Este nome é sinônimo de marketing político bem-sucedido, terror de muitos políticos de Sergipe e de alegria e felicidade para tantos outros. Ele é uma verdadeira máquina de ganhar eleições, embora jamais levante crachá ou bata continência para esta condição.

Mas há 32 anos, desde a distante campanha de prefeito de Aracaju de 1988, na qual Jackson Barreto elegeu Wellington Paixão, o nome Carlos Cauê ecoa como uma logomarca de sucesso na arte de eleger gente para a Prefeitura de Aracaju ou para o Governo de Sergipe.

Há uma semana, ele desembarcou de mais uma campanha vitoriosa, com a ida do prefeito Edvaldo Nogueira, PDT, ao segundo turno e a conquista nesta etapa de um novo mandato depois de deixar outros 10 candidatos para trás. Edvaldo se fará prefeito de Aracaju pela quarta vez. Obviamente, Cauê está na matriz de todas as eleições que permitiram esses mandatos.

E é para falar dessa atividade marketeira, de suas visões desta campanha que acaba de se encerrar, do comportamento de determinados políticos, da próxima eleição, de Brasil e dele que o Portal JLPolítica traz Carlos Cauê em mais uma edição da Entrevista Domingueira.

Cauê vai fazer desfilar, naquele seu jeito crítico, mas respeitoso e jamais triunfalista, uma série de conceitos sobre gente, partidos e atitudes. Sobretudo as eleições deste 2020, mas resvalando também para o futuro.  

Carlos Cauê vai falar de um Edvaldo Nogueira que pela primeira vez assumiu 100% o comando de uma campanha e vai fustigar fortemente Marcio Macêdo, do PT, que para ele “chamou a atenção, infelizmente, negativamente”, nesta campanha.

“De todos os contendores poderia se esperar uma postura agressiva, ofensiva, de ataques e até de distorção deliberada da verdade, mas nunca esperei que tal comportamento fosse praticado por um ex-aliado que até menos de um ano antes integrava a gestão de Edvaldo, usufruía das condições por ela destinadas e participava da formulação das políticas públicas da gestão”, dirá Cauê.

Mas vai abordar, também, os erros de marketing dos oponentes de Edvaldo Nogueira. “O maior erro foi a subestimação de Edvaldo e do alcance do trabalho dele. Para Danielle Garcia, Rodrigo Valadares e Márcio Macedo a cidade vivia um caos. Se houvessem consultado os aracajuanos teriam entendido que não era assim que a cidade pensava”, diz.

Cauê abordará, também, a sucessão estadual de 2022, as chances de o atual agrupamento que manda no Estado fazer ou não o sucessor de Belivaldo Chagas - que dirá ele da possibilidade de Edvaldo ser um dos pré-candidatos desde já? -, analisará o recado que as eleições municipais do Brasil deram a Bolsonaro, emitirá conceito depreciativíssimo sobre o presidente da República e, prestes a fazer 60 anos e com 40 anos de Aracaju, dirá se sente mais alagoano - ele é de Maceió - ou sergipano.    

Entrevista Domingueira com Carlos Cauê está imperdível e vai estar disponível no JLPolítica já a partir das 20 horas deste sábado, dia 5. Não vá perdê-la.

 

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