Aparte
Gestoras falam do novo momento da pandemia e ressaltam importância de manter cuidados 

Pandemia recua e permite flexibilização. Mas cuidados ainda são necessários 

“Temos passado, nessas duas últimas semanas e de forma progressiva, por uma queda de números de casos, de número de mortes e internações, mas ainda mantemos pessoas internadas em leitos de UTIs e clínicos. Então a Secretaria de Estado da Saúde vê com otimismo esse momento, mas ainda há transmissão do vírus”. 

Essa análise é da secretária de Estado da Saúde, Mércia Feitosa. “O vírus continua sendo transmitido - de forma mais lenta, mas ainda continua. Por isso, é muito necessário que as pessoas mantenham as medidas de controle, de uso de máscaras e de higienização individual”, completa Mércia. 

Segundo ela, um fato importante que tem ocorrido nas últimas semanas é o aumento da vacinação. “Já chegamos a 52% da população vacinada, mas ainda não sendo o suficiente para que haja o controle da pandemia e da chegada de novas variantes, principalmente em se tratando da primeira dose”, explica. 

Para Mércia, é preciso avançar ainda mais na cobertura vacinal. “Com o aumento da chegada de doses, temos de fato conseguido aumentar essa cobertura, e, com isso, fortalecer o controle da pandemia no Estado”, destaca Mércia Feitosa.

No âmbito de Aracaju, o sentimento é o mesmo. “Quando alcançamos o patamar de 40% da população imunizada com a primeira dose, já começamos a perceber uma redução dos índices, não só do número de casos novos, que está em queda crescente há mais de sete semanas, como também diminuiu o número de pessoas internadas e o número de óbitos”, afirma a secretária municipal, Waneska Barboza.

Com essa melhora, de acordo com ela, o município começou a flexibilizar as coisas, mas sempre lembrando que a pandemia não acabou. “Nós estamos avançados na vacinação, mas há um índice grande de pessoas que ainda não receberam a segunda dose, então é fundamental continuar com todos os cuidados”, reforça Waneska. 

Isso porque, de acordo com a secretária, essa melhora não se deu somente por causa da vacinação. “É uma soma de todos os fatores, inclusive da manutenção das medidas de biossegurança. Precisamos manter os bloqueios para o vírus, que ainda está circulando, até que todo mundo tenha imunidade suficiente para evitar a transmissão de uma pessoa para outra", argumenta Waneska. 

 

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