Aparte
Opinião - Luciano Bispo terá missão de enfrentar o bolsonarismo de Valmir em Itabaiana

[*] André Luis Carvalho

Luciano Bispo, PSD, iniciou sua trajetória política durante o processo de reabertura democrática, sendo eleito prefeito de Itabaiana pela primeira vez em 1988, mesmo ano da  promulgação da Constituição Cidadã.

Na década de 1980, o grupo dele enfrentou o coronelismo, clamou por liberdade e conseguiu modificar o fazer político em Itabaiana. Em sua trajetória política, esse deputado constituiu para si a marca de um homem e político democrático, acessível e sensível ao povo.

A sua atuação como presidente da Alese atesta sua veia democrática. Conseguiu presidir por oito anos a Casa sem a necessidade de perseguir seus rivais locais.

Suas qualidades pessoais e políticas o distanciam do completo mau político que hoje comanda o país. Em Itabaiana, a história colocou sobre os ombros de Luciano e do agrupamento “progresso com liberdade” novamente a missão de combater o obscurantismo.

A caquistocracia - governo dos piores - bolsonarista que assola o país, apesar de não conseguir terreno fértil no Nordeste, encontrou em Valmir de Francisquinho, PL, um representante e defensor em Sergipe.

A podridão ideológica, o incopentente governo e o fervor antidemocrático do presidente não parecem incômodos para Valmir, que garante palanque para o bolsonarismo sem nenhum esforço. De fato, o pré-candidato é a única chance desse projeto natimorto em futuro crescer no Estado.

Em Sergipe, Itabaiana centralizará essa disputa entre o atraso com retrocesso e o progresso com liberdade que acontecerá em todo país. Como principal opositor de Valmir, caberá a Luciano, juntamente com os demais grupos progressistas da cidade, erguer com vigor a voz pelo bem de todos.

Luciano Bispo se unirá a outros nomes como Jackson Barreto, MDB, Rogério Carvalho, PT, Fábio Mitidieri, PSD, Edvaldo Nogueira, PDT, para derrotar o bolsonarismo de Valmir de Francisquinho, PL, de Edivan Amorim, PL, de Danielle Garcia, PODE, e de Laércio Oliveira, PP.

Cada um da sua forma e com seu projeto político devem entender e não perder de vista que se tem um projeto político incompatível com qualquer bem para o país e que deve ser derrotado.

[*] Cientista político pela Universidade de Brasília.

 

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