Aparte
Política ambiental efetiva deixa legado para futuras gerações de aracajuanos

Alan Lemos: uma política centrada na promoção do desenvolvimento sustentável

A compreensão de que os ativos ambientais presentes na capital de Sergipe são direito de todos, tanto da sociedade contemporânea quanto das gerações futuras, norteia a política ambiental da Prefeitura de Aracaju.

Neste sentido, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente – Sema - tem adotado ações para garantir o usufruto seguro dos recursos naturais e a sua preservação, seja modernizando processos burocráticos, adequando-os à A3P, arborizando a cidade ou mesmo criando reservas ambientais.

E isso tem sido feito a partir de um planejamento que coloca a técnica a serviço do interesse comum, de forma que Aracaju possa crescer economicamente, criando oportunidades de melhores condições de vida e, ao mesmo tempo, assegurando que as riquezas naturais não sejam alvo de ação predatória, mas consciente, como explica o secretário do Meio Ambiente de Aracaju, Alan Lemos.

“Na Prefeitura nós acreditamos na técnica, na ciência. Acreditamos que ao aumentar o conhecimento sobre a cidade, seus ativos ambientais, e os efeitos da população sobre esses ativos, podemos fazer uma política centrada na efetividade, que busque promover o desenvolvimento sustentável”, afirma o gestor.

O exemplo do uso sustentável dos recursos parte de dentro da administração. A Agenda Ambiental da Administração Pública - A3P -, um programa do Ministério do Meio Ambiente, cujo objetivo é a promoção da responsabilidade socioambiental, tem sido seguida à risca, com medidas como a digitalização de documentos das pastas e prestação de serviços online, o que tem ajudado a reduzir significativamente a derrubada de árvores e o consumo de energia.

Para além das adequações internas, a administração atua, também, de maneira mais abrangentes, como é o caso do Programa Aracaju Mais Verde, inserido dentro do Planejamento Estratégico, e responsável pela criação de um inventário arbóreo da cidade, o que permite um conhecimento pormenorizado das árvores espalhadas pela capital; e também pela plantação de mudas, levando em consideração as informações obtidas com os estudos para que a distribuição desse plantio

seja feita de acordo com as necessidades do município, com noção do impacto a curto e longo prazos.
Entre as ações de política ambiental que avançarão para além da gestão. está a criação de reservas ambientais. Hoje, Aracaju conta com três desses espaços de preservação. O Parque Ecológico Tramandaí, localizado no Jardins, fundado em 1996; o Parque Ecológico Poxim, que conta com 172 mil metros quadrados de área, criado em 2020; e a Reserva Extrativista das Mangabeiras, criada este ano, um importante local de preservação tanto do meio ambiente quanto da cultura local.

Todas essas medidas dialogam ainda com um outro eixo fundamental das políticas públicas para o meio ambiente na cidade, que é o combate aos efeitos ocasionados pelas mudanças climáticas. Tanto as economias geradas pela adesão à A3P, o processo de arborização planejada, e a criação das reservas ganham relevância pelo seu potencial de redução de danos e consequente preservação da qualidade de vida dos aracajuanos.

A promoção de uma agenda política ambiental, salienta o gestor da Sema, prepara o terreno para as gerações futuras, de forma que eles possam compreender a importância dos ativos ambientais para seguir preservando o que deve ser de bem comum, e também usufruir de um ecossistema ecologicamente equilibrado.

 

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