
Leão XIV: "Não sou um político, não tenho a intenção de entrar em um debate com ele"
O papa Leão XIV afirmou, nesta segunda-feira, 13, que não tem a intenção de entrar em um debate com Donald Trump e que não tem medo do atual governo dos Estados Unidos.
“Não sou um político, não tenho a intenção de entrar em um debate com ele, a mensagem continua sendo a mesma: promover a paz”, disse a jornalistas.
No domingo, 12, o papa falou após a oração Regina Caeli, que substitui a oração Angelus durante o período pascal, que havia "uma obrigação moral de proteger a população civil dos efeitos atrozes da guerra". Ele também fez menção à guerra da Ucrânia e afirmou ter esperança de que a comunidade internacional não ceda sobre o conflito.
O pontífice também falou sobre o conflito no Sudão antes de sua próxima viagem de 10 dias ao continente africano, pedindo que as partes dialoguem com sinceridade. O papa Leão XIV viaja nesta segunda para sua primeira grande viagem internacional de 2026, em uma visita a quatro países africanos, para instar os líderes mundiais a atenderem às necessidades do continente, que tem um quinto dos católicos do mundo.
Leia na íntegra o que Donald Trump disse sobre o papa Leão XIV:
"O papa Leão é FRACO no combate ao crime e péssimo em política externa. Ele fala sobre o “medo” do governo Trump, mas não menciona o MEDO que a Igreja Católica e todas as outras organizações cristãs tiveram durante a COVID, quando estavam prendendo padres, pastores e todo mundo por realizar cultos — mesmo ao ar livre e mantendo distância de três a seis metros entre as pessoas.
Eu gosto muito mais do irmão dele, Louis, do que dele, porque Louis é totalmente MAGA. Ele entende — e Leão não!
Eu não quero um papa que ache que tudo bem o Irã ter uma arma nuclear. Não quero um papa que ache terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela, um país que estava enviando enormes quantidades de drogas para os EUA e, pior ainda, esvaziando suas prisões — incluindo assassinos, traficantes e criminosos — para dentro do nosso país.
E não quero um papa que critique o presidente dos Estados Unidos por eu estar fazendo exatamente aquilo para o qual fui eleito, COM UMA VITÓRIA ARRASADORA: reduzir o crime a níveis recordes e criar o maior mercado de ações da história.
Leão deveria ser grato porque, como todos sabem, ele foi uma surpresa chocante. Ele não estava em nenhuma lista para ser papa e só foi colocado lá pela Igreja porque era americano — e acharam que essa seria a melhor forma de lidar com o presidente Donald J. Trump. Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão não estaria no Vaticano.
Infelizmente, Leão é fraco no combate ao crime e fraco em relação a armas nucleares — e isso não me agrada. Também não me agrada o fato de ele se reunir com simpatizantes de Obama, como David Axelrod, um PERDEDOR da esquerda, que é um daqueles que queriam que fiéis e membros do clero fossem presos.
Leão deveria se recompor como papa, usar o bom senso, parar de agradar a esquerda radical e focar em ser um grande papa — não um político. Isso está prejudicando muito ele e, mais importante, está prejudicando a Igreja Católica." (Marcela Ferreira, Portal Terra)











